Os drones se tornam cada vez mais comuns entre a população, e como já era de se esperar eles ganham cada vez mais espaço em missões oficiais, sendo controlados por militares. Mas a pergunta é: os militares que controlam remotamente os veículos aéreos não tripulados, estão realmente preparados para tal? E, segundo um relatório do governo dos Estados Unidos da América, a reposta é não.

Militares não estão preparados para os drones

Em nossa primeira postagem foi falado um pouco sobre a história dos drones que, assim como a internet, surgiu primeiro para fins militares. Embora ele esteja se popularizando hoje, a tecnologia é de 1960 e desde os anos 80 já vem sendo empregada em operações oficiais. E como já era de se esperar, com a facilidade em controlar um desses, os responsáveis por pilotos tais veículos não costumam ter a mesma experiência e habilidades que se é exigido de um piloto de algum outro veículo mais “tradicional”.

Segundo o relatório divulgado pelos Estados Unidos da América, oficiais do exército e da força aérea não completaram todo o treinamento proposto no ano passado. Para ser mais exato, 65% dos pilotos não efetuaram todas as atividades básicas e essenciais de treinamento oferecidas durante o ano passado. O dado é preocupante pois da mesma forma como os drones trazem diversos benefícios e facilidades, também podem acarretar em desastres, quando são utilizados em missões oficiais por militares despreparados, ou em ações mal planejadas.

Tentando compreender a razão pela qual os militares não estão em dia com o seu treinamento, foi levantado que, possivelmente, o principal motivo é o baixo número de instrutores qualificados. E em resposta a tal levantamento, os estadunidenses vêm tentando aumentar o número de instrutores, contratando novos. Creio que talvez surgissem mais resultados se o governo investisse na formação de novos instrutores, pois convenhamos que o número de pessoas com maestria suficiente para ensinar outras a pilotar drones ainda é pequeno.

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